Arquivos Mensais: agosto 2011

Sai, zica!!!

Inacreditavelmente tive outro acidente de moto na semana de uma corrida importante. Os danos físicos e na moto foram praticamente idênticos aos do último acidente. No mesmo joelho, no mesmo pé, na mesma perna.
Eu estava vindo sossegado do trabalho. Faltavam só uns 50 metros pra eu virar e entrar na rua da minha casa. Quando, de repente, um cachorro fugindo de uma briga atravessou a avenida com tudo bem na frente da minha moto. Não tive como desviar. Peguei ele em cheio. O cachorro saiu chorando desesperado. Deve ter se machucado bastante. Quanto a mim, me arrebentei e arrebentei a moto. Droga, aconteceu de novo!

Sai, zica! Sai, inveja! Sai, mau-olhado! Tá repreendido em nome de Jesus!!! Amém.

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A melhora vem com muito treino

Comecei a escrever neste blog no dia 03/08/2009. Na época, relatei um dos meus primeiros treinos de tiros. Foram 6 X 1 Km c/ 200 TR com 3 Km CL no início (aquecimento) e 3 Km TR no fim (resfriamento). Na época, os tempos foram 3′ 48″, 3′ 58″, 3′ 53″, 4′ 01″, 3′ 54″ e 3′ 56″ respectivamente.
Hoje, aproximadamente 2 anos depois, fiz, por coincidência, o mesmo treino. Porém, os tempos foram 3′ 20″, 3′ 24″, 3′ 29″, 3′ 28″, 3′ 32″ e 3′ 10″ respectivamente.
É uma melhora absurda! Uma prova nítida do que o treino duro e disciplinado pode fazer. Se antes a briga era pra fazer os tiros abaixo de 4′, hoje já estou me aproximando de uma média de 3′ 20”. O último já está na casa dos 3′ 10” e baixando cada dia mais. É realmente uma grande melhora.
É muito bom poder fazer uma retrospectiva e perceber o corredor que eu era há 2 anos atrás e o corredor que sou hoje. Faz com que eu esqueça de pequenas decepções que eu tive durante essa caminhada. Faz eu olhar pra frente com mais esperança, tendo a certeza que os 39′ vêm. É apenas uma questão de tempo. De pouco tempo!

Rumo aos 39′!!!

Forte abraço

De volta os treinos

Depois da decepção da semana passada, decidi tirar uma semana de folga. Comi tudo que tinha vontade e esqueci (ou tentei) a corrida por um tempo.
Fiz um treininho legal pra voltar bem. Foram 14 km CM com os últimos 5 km progressivos. Estes foram terminados em 20′ 14”.
Agora volto aos treinos de tiros com uma planilha nova que vai até o final do ano.
O próximo desafio é a Meia Maratona A Tribuna Praia Grande. Volto com notícias.

Forte abraço!

Minha casa própria – Mais um sonho realizado!

Hoje assinei o contrato de financiamento na Caixa Econômica Federal. Pois é, pessoal… vou sair do aluguel. Depois de 6 anos de casamento, eu finalmente consegui comprar minha casa própria. Obrigado, Senhor! É mais um sonho que se realiza.
Agora serão 25 anos pra pagar, hehe. Talvez não. Deus é deus de surpresas. Com certeza quitarei o imóvel muito antes do esperado.

Abraços

(Obs.: No texto acima, a palavra “deus” está iniciando com letra minúscula. Neste caso, está totalmente correto. Quando nós falamos do deus todo-poderoso, devemos sempre usar letra maiúscula. Ex.: “Sei que Deus vai nos abençoar”. Mas quando estamos tipificando ou adjetivando um substantivo, neste caso deve-se usar letra minúscula. Ex.: “Este é o deus que eu sirvo.”. Observe que o orador, neste caso, deixa claro a existência de vários deuses e que um desses é o que ele serve. Como na expressão: “O deus que eu sirvo é Jeová”. Note que fica claro que há vários deuses. Mas o que eu sirvo é o deus todo-poderoso, o Senhor Jeová.)

4ª Etapa Campeonato Santista – culpa da queijadinha!

Exausto

Exausto

Mais uma vez a comemoração pelo tão sonhado 39′ foi adiada. Tudo parecia caminhar para que eu conseguisse correr abaixo de 40 minutos no santista desse domingo. Quem me conhece e acompanhou um pouco dos meus treinos, assim como eu, esperava algo na casa de 38 minutos. Mas aquela queijadinha… vou contar como foi.
Estava tudo perfeito. Eu estava bem treinado, voando nos treinos, bem humorado, descansado, 1 kilo mais leve, super confiante e com a moral em alta depois do excelente tempo nos 5 km do Circuito das Praias em Riviera (18′ 37”). Tava na cara que os 39′ iria sair domingo. A comemoração já estava ensaiada. Mas, no sábado, recebi a ilustre visita do meu velho. Digo ilustre porque é uma coisa muito rara meu pai me visitar em um dia que eu esteja em casa, pois, quando ele vai ver os netos, geralmente estou trabalhando. Então, para agradar o sogro, minha maravilhosa esposa cismou de fazer um doce que ele (e eu) gosta muito: queijadinha. Fez várias travessas. Todos os meus pedidos, apelos, súplicas e minutos implorando para que ela não fizesse isso foram em vão. Lá estava a casa empestiada com aquele cheiro de queijadinha.
Sabedor de que não seria justo privar minha família de momentos felizes juntos por causa do meu esporte, disse pra mim mesmo: “Deixa eles. Cabe a mim resistir e não comer, pois eu tenho uma corrida importante amanhã.”. Esse plano até deu certo no início. Fiquei o tempo todo vendo eles comendo e fazendo de conta que aquilo era brócolis com jiló. E, após algum tempo de tortura, meu pai foi embora. O problema é que ele não levou pra casa aquele monte de queijadinha que sobrou. Além disso, minha esposa não fez a menor questão de esconder de mim aquela tentação.
Algumas horas depois, era como se aqueles doces estivessem falando comigo. Então pensei aquilo que todo viciado ou alcoólotra pensa: “Ahh… uma só não tem problema.”. Doce ilusão. Cai matando na goluseima e comi umas dez. Droga! Não resisti à tentação! O pior é aquela sensação de culpa que dá após o último pedaço.
Pra completar o trabalho, deu um filme muito legal na televisão (que eu já estava querendo ver há tempos) e eu, mais uma vez, não resisti. Disse que veria só um pedacinho mas acabei indo dormir quase 1:00 h da manhã vendo “Marley e Eu” até o fim. Pronto… parabéns, Kleber. Jogaste todo seu treino no lixo.
No domingo não deu outra: eu estava pregado após irrisórias 4 horas de sono. Pra completar, muito frio e um pé d’agua torrencial. Pelo menos isso me deixou em estado de alerta e fez com que eu parasse de bocejar o tempo todo.
A largada foi dada e parecia que o corpo lembrara de todo treinamento que realizou e ignorou o cansaço. Passei o primeiro km em um ritmo forte mas tranquilo em 3′ 23”. Nada demais. Era a parcial que eu já estava esperando fazer mesmo. Eu ainda estava inteiro e com a sensação que seria um domingo feliz e que eu voaria naquela corrida. Mas a passagem no km 2 em 7′ 11” fez meu cérebro mostrar um sinal (ou cartão) amarelo ao meu corpo. Um km em 3′ 48” logo no início da corrida não estava nos meus planos, pois já é de conhecimento geral que meu ritmo cai com o passar da corrida e só volta a subir no final. Fechei a primeira metade da prova com 19′ 23”. Definitivamente eu não esperava passar acima de 19′ nos primeiros 5 km. Esperava algo na casa dos 18′. Mas ainda dava. Bastava voltar com 20′ 30” e o sonho seria realizado. Nada tão difícil assim, não é mesmo? Doce ilusão. O cartão vermelho (e o castigo) veio no fim do km 9, quando passei com 36′ 14”. Vi o sonho desmoronar, pois do jeito que eu estava cansado, fechar o último km em 3′ 45” era tarefa impossível. Fiz o décimo km em 4′ 11” (arrggg) e terminei a prova em um tempo líquido de 40′ 25”. Péssimo! Mas até bom para o estado deplorável em que eu me encontrava.
Pessoal, podem postar comentários condenatórios, podem me xingar, me dar broncas. Fiquem à vontade. Eu mereço.
Fica a lição aprendida. Não desistirei. Vou treinar mais ainda. Terei minha revanche na próxima corrida. Eu garanto.

Vejam as fotos da corrida 

Rumo aos 39′!!!

Abraços

Circuito das Praias Riviera – Nova marca nos 5 km

Chegada

Treinei duro durante essas últimas 3 semanas. Estava muito bem preparado para a etapa de Riviera de São Lourenço do Circuito das Praias. Porém, aconteceu um imprevisto. Na sexta-feira (12/08/2011) sofri um acidente de moto. Fiquei com a perna toda ralada e com fortes dores em virtude da provável inflamação dos ferimentos. Achei sinceramente que nem conseguiria participar da prova.
Apesar disso, eu não estava disposto a jogar meu treinamento fora. Foram dois dias de muito gelo, Salompas, Gelol e uma verdadeira overdose de anti-inflamatórios. Acordei hoje (domingo, 14 de agosto) de manhã e fui pra corrida.
Já no aquecimento, percebi que não seria fácil. Cada passo que eu dava com a perna esquerda era uma dor insuportável. Os ferimentos repuxavam sem parar.

Marcas do acidente de moto

Mas quando foi dada a largada eu esqueci de tudo isso. É incrível o poder anestésico e analgésico que aquela buzina tem. Sai bem tranquilo mas em um ritmo forte. Passei o 1º km na lideranças com 3′ 04”. Exelente! Pace de queniano. Mas o ritmo, como já era de se esperar, caiu. Passei o 2º km com ainda rápidos 6′ 39”. Novo recorde na distância. Passei a metade da prova (2,5 km) com 8′ 48”. Muito bom, porém percebi que o ritmo caíra demais. Tanto que fechei o km 3 com 10′ 48”. Ainda bom. Novo recorde na distância. Mas perceber que eu fizera o último km em 4′ 09” fez meu corpo acender a luz amarela e lembrar das dores do acidente. Comecei a sentir dores insuportáveis. Então meu amigo Marco Antônio me ultrapassou e me incentivou pedindo para que eu acompanhasse seu ritmo. Fiz isso e consegui aumentar o ritmo fechando o 4º km em 3′ 43” e um tempo de 14′ 31”. Novo recorde para a distância. Mas o ritmo voltou a deixar muito a desejar no 5º km que foi cumprido em 4′ 06”, fechando a prova em um tempo líquido total de 18′ 37”. Glória a Deus!!! Novo recorde na distância.
Apesar de saber que meu treino me permitiria correr na casa dos 17′, correr 1′ 18” mais baixo do que minha melhor marca em uma prova de 5 km foi um resultado excelente para as péssimas condições físicas em que eu me encontrava.

Na liderança

É isso ai, pessoal. Mais um grande passo foi dado. Esse número 4 já está virando um corpo estranho na frente do meu tempo de 10 km. Vou com tudo para resolver esse assunto na semana que vem, na 4ª etapa do Campeonato Santista.

Para quem quiser ver as fotos, basta clicar aqui .

Volto com notícias. Abraço a todos!

Rumo aos 39′!!!

Acidente de percurso

Estou na ponta dos cascos. Muito bem preparado para voar na prova de 5 km de Riviera e no Campeonato Santista uma semana depois.
Porém, aconteceu um imprevisto: acabei de sofrer um acidente de moto. Ralei a perna toda. O maior problema não é esse. O pior é que meu pé esquerdo tá doendo muito. Espero que não tenha quebrado.
Não sei se vai dar pra correr domingo. Se der, talvez não dê pra ir tão bem como eu estava esperando. A não ser que Deus esteja disposto a operar esse milagre. Se for a vontade dEle, com certeza voarei no Domingo.

Volto com notícias.