10 Km Tribuna FM 2012 – Deu pro gasto…

Fui bem melhor do que eu esperava na corrida da Tribuna esse ano. Estou com esse tendão inflamado há quase um mês. A dor era insuportável. No sábado eu mal conseguia andar. Então tomei uma decisão drástica: tomei um Trilax. Esse é forte, mesmo! Ao dormir pedi algo para Deus: que eu conseguisse correr ao menos para me garantir na Elite B do ano que vem. E como mais forte do que Ele não há, foi exatamente isso que aconteceu. Corri como o Saci-pererê durante toda a corrida mas suportei até o fim. Terminei a prova em 42′ 46” e garanti meu lugar na Elite B dos 10 km da Tribuna 2013. Surpreendente.
Bom, agora chega de loucuras. Terei 4 semanas para me recuperar. Com quase um mês de folga, vou voltar com tudo na próxima corrida.

Volto com notícias. Abraço a todos…

Fotos (By COSTAMA)

1ª Etapa Campeonato Santista 2012 – Nova lesão

Agora é oficial: estou lesionado depois de um ano e meio sem nenhuma lesão.

Até o km 9, eu corri muito bem a etapa de abertura do Campeonato Santista. Senti que eu estava bem, pois eu já vinha fazendo bons treinos longos e tiros e a inflamação no tendão de aquiles já estava bem melhor.  Mas meu corpo não suportou os últimos metros da corrida.

Comecei a sentir o tendão no km 6 e a passada começou a mudar. Comecei a mancar demais. Mas eu estava tão bem que mesmo assim passei o km 9 com 34′ 57”. Estava a caminho de fazer 38′ baixo com o sprint final. Mas com a desistência do meu tendão, a panturrilha passou a ter que trabalhar dobrado e também não suportou… estirou faltando pouco mais de 500 metros para o final da prova. Eu mal conseguia tocar o pé no chão. Mesmo assim fui pulando em um pé só para ao menos conseguir completar a prova. Fechei o último km em 7′ 15” e a prova em 42′ 12”. O esforço sobre-humano acabou sendo recompensado, pois eu ainda consegui ficar em 19º na minha categoria e marcar 1 ponto. E esse pontinho pode ser decisivo no final do campeonato.

Agora estou com medo de ter rompido o tendão de vez. Vou ao médico para saber qual é o diagnóstico. Vamos ver quanto tempo ficarei de molho. E justo agora que eu estava voando nos treinos e pensava que finalmente iria deslanchar.
Dificilmente conseguirei participar dos 10 km da Tribuna FM esse ano. Só um milagre!!!

Bom… é a vida. De volta pra prancheta.

Volto com notícias. Abraço a todos…

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2ª Etapa Cicuito das Praias 2012 – Vice-campeão!!!

No último domingo eu corri no Guarujá, pela 2ª etapa do Circuito das Praias. Correr em casa é sempre um prazer. Foi uma das corridas mais vitoriosas que eu tive até agora. Teve recorde pessoal, pódio, dilúvio e a derrota da dor. Essa história merece ser contada em detalhes.

A dor – Entrei 2012 focado e decidi que iria mergulhar de cabeça nos treinos para correr atrás de meus objetivos na corrida. Com isso, emagreci quase 10 kg desde o início do ano. Isso fez com que eu me sentisse mais leve e bem mais veloz nos treinamentos. Senti-me tão bem que não resisti: acelerei pra valer nos treinos. Com quilos a menos e corpo mais forte minha passada teve um ganho absurdo. Eu que mantinha 3′ 30” nos tiros de 1 km já estava mantendo uma média de 3′ 10” sem maiores dificuldades. Estava voando. Mas, infelizmente, meu tendão abriu o bico. Uma dor insuportável começou a tomar conta do meu pé direito a cada passada. E logo faltando tão pouco para o Circuito das praias.

Não posso falhar – Convencer meu amigo de treino, Anderson Clayton, a correr as duplas comigo foi um sacrifício. Mas ele acabou se empolgando com nossos treinos juntos e com o convívio com a equipe. Então… é claro que eu não poderia dar essa mancada agora. Iria correr mesmo que no sacrifício. Não poderia deixá-lo na mão depois de termos nos preparado por tanto tempo. Mas também não poderia correr meia-boca. A equipe também contava comigo e apostava alto nessa dupla que com certeza era uma das favoritas ao pódio. Então me chapei de Trilax (anti-inflamatório) e uma tonelada de emplastros e aerosol’s do tipo Salompas, Calminex, Cataflan, entre outros. E tome gelo todos os dias.

Palavra profética – Eu estava completamente perdido. Não sabia o que fazer. A dor aliviava mas não passava, pois eu não podia parar de treinar. Não era justo aquilo estar acontecendo comigo. Depois de tanto esforço! Orei a Deus e pedi uma solução para aquilo. Então, quando eu dava uma passada pelo Facebook, meu amigo, Zezinho Moraes, postou a Palavra que eu precisava: “Tu colherás o fruto de teu penoso trabalho. Te alegrarás! Te alegrarás!”. Glória a Deus! Tomei posse daquela palavra e parei de temer, pois sabia que o Senhor estaria comigo no dia da prova.

O dilúvio – No dia da prova senti muita falta do meu irmão Noé. Pois é… uma arca até que teria caído muito bem no domingo. Caiu a maior chuva. Creio que foi o maior temporal do ano. Não havia sequer 1 metro de areia na praia que desse para pisar sem afundar o pé. Olhando de cima mal dava para diferenciar o que era praia e o que era mar.

O atraso – Para completar a obra, o dirigente da equipe se atrasou muito. Chegou faltando menos de 10 minutos para começar a corrida e ainda tinha que entregar os kits de todos os mais de 50 atletas. Isso impediu que todos aquecessem. E correr nesse frio sem aquecimento é uma temeridade. Quase perdemos a largada. Mas até nisso Deus tinha um propósito, pois ao dar a minha primeira passada no trotezinho até a linha de largada percebi que a dor no tendão ainda estava bem presente. Ou seja, se eu tivesse tempo para aquecer com certeza ficaria mais de meia hora correndo (como de costume) e provavelmente pioraria a lesão. Deus sabe o que faz.

A prova – Dada a largada sai com o primeiro pelotão e me mantive nele por um bom tempo. Passei o 1º km com 2′ 58” e eu ainda estava inteiro. Segui no mesmo ritmo e passei o km 2 com 5′ 57”. Novo recorde na distância. Então veio a transição da areia da praia para a rua. vários metros de areia fofíssima em zig-zag. Foi uma parcial horrível! 4′ 32” e o km 3 em péssimos 10′ 29”. Por essa eu não esperava. Mas a subida para o asfalto fez os quadríceps perceberem que já não precisavam mais fazer tanta força pois os pés já não estavam afundando. Então pude voltar a acelerar. Impus boa velocidade e passei o km 4 com excelentes 13′ 44”. Recorde para a distância. Continuei seguindo forte e fechei os 5 km em 17′ 10”. Novo recorde e missão cumprida. Passei o bastão para o Anderson e mal podia pisar no chão depois disso. Foi uma vitória dolorosa. Mas eu enfim pude colher o fruto do meu penoso trabalho.
Quando meu parceiro assumiu eu havia entregue a ele em 2º lugar. E com a competência que já esperávamos dele, fechou sua parcial em 16′ 46” totalizando os 10 km em 33′ 56” e mantendo a segunda posição no pódio. Mais um troféu pra galeria. Glória a Deus!

Esse resultado mostra que valeu a pena todo o esforço e planejamento feito desde o início do ano. O trabalho de base bem feito e a aplicação nos treinos específicos estão gerando frutos agora. Quem me viu fazendo 5 km em quase 21 minutos na primeira prova do ano nem imaginava que aquilo era devido ao trabalho pesado de base que estava sendo feito e que a recompensa viria depois.
Segue abaixo minhas parciais na prova:

Ficamos a apenas 50 segundos da dupla campeã. Sinto que eu poderia ter ido melhor se não tivesse lesionado e se não tivesse vacilado tanto no terceiro km. Dava pra ter corrido na casa dos 16 minutos. Creio que vou melhorar muito ainda esse ano. Ainda conseguiremos pegar a primeira colocação e assumir a liderança do ranking. Continuaremos treinando forte para isso.

A despedida – Mais um amigo sai de cena: meu tênis de competição Olympikus Rio Marathon. Ele veio com a difícil missão de ser o sucessor do tênis que me acompanhou na realização do sonho dos 39′. Começou muito mal e eu pensei seriamente em substitui-lo. Mas no final do ano passado começou a reagir. Com ele quebrei quase todos os meus recordes. Desde os 300 metros até os 15 km, com exceção feita aos 6 km, todas as marcas caíram. Valeu, amigão! Obrigado pelo trabalho prestado. Agora ele vira tênis de academia antes de ganhar a aposentadoria e virar tênis de passeio. Gostei tanto que comprei outro tênis exatamente igual para substitui-lo. Esperemos que tenha o mesmo (ou até mais) sucesso que seu antecessor.

O sonho dos 35′ está mais perto agora. Para fazer 35′ nos 10 km era preciso primeiro correr os 5 km na casa dos 17 minutos. E eu consegui. Metade do caminho já foi andado. Vou em busca da outra metade.

Bom… agora terei que parar por uma semana. Preciso dar um tempo para meu tendão se recuperar. Tenho provas importantes daqui pra frente. O Campeonato Santista vai começar daqui a duas semanas e os 10 km Tribuna FM vêm ai. Preciso estar 100%. Detesto fazer isso mas é preciso. Preciso dar esse tempinho. Volto a treinar só no final de semana. Até lá só Bike e Musculação.

Volto com notícias. Rumo aos 35′!!!

Forte abraço a todos.

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Resultados

3ª Etapa Circuito Riviera

Gostaria de dizer que não postei nada sobre essa corrida antes porque fiquei esperando a atualização do ranking. Mas se eu for esperar pela SOBLOCO eu tô perdido.

Depois de 6 semanas treinando pesado, chegou a hora de colocar em prática tudo que foi feito.
A 3ª etapa do Circuito Riviera foi realizada debaixo de muito calor e um sol de rachar. Estava muito quente. Além disso o nível estava fortíssimo! Veio gente de tudo quanto é canto do estado para correr essa prova, pois o Circuito vem ganhando notoriedade a cada etapa. Para se ter uma idéia de como o nível estava forte, Leonardo Magalhães Avelar, o atual líder do ranking e campeão das 2 primeiras etapas, nem ao menos conseguiu chegar no pódio dessa vez. E o seu Portela, que já sabemos que é uma fera das corridas, chegou em 12º lugar e nem sequer marcou pontos (só os 10 primeiros ganham pontuação no geral).
Em situações normais eu teria me dado muito mal nessa prova. Afinal de contas essa prova tinha tudo o que eu não gosto e não preciso: muito sol, muito calor, trechos de areia e nível muito alto. Dificilmente teria ficado entre os 20 primeiros. Mas esse período de treinamento me fez muito bem. Deu uma melhora significativa no meu desempenho. Por isso me sai muito bem. Fiquei em 8º lugar com 33’36” em um percurso de aproximadamente 8,5 km. E o legal foi que na praia, além de eu não perder nenhuma posição, ainda ganhei uma. Os longões com o pessoal da Equipe Superação estão fazendo efeito no meu desempenho na areia.

A próxima corrida será o Circuito das Praias, em 22/04. Correrei em dupla com meu amigo Anderson Clayton. Cada um correrá 5 km. É hora de voar! Se essa dorzinha no tendão passar (senti no treino da última terça-feira), tenho tudo para finalmente começar a colher os frutos de todo planejamento e dedicação nos treinamentos desde o início do ano.

Volto com notícias. Rumo aos 35′!!!

Forte abraço

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Vídeo da Chegada

10 km – Nova marca!!!

Mais um dia de Treino Run e mais um recorde pra conta! Mesmo depois de ter me abatido muito com o fato de arrombarem a porta do meu carro e terem acabado com ele, consegui me recompor e fazer um excelente treino.
Como venho fazendo nas sextas-feiras, treinei na quinta e voltei da academia super tarde. Fui dormir por volta de 23:00 h. Mas acordei decidido a fazer um bom tempo no treino mesmo assim.
Fiz 2 km CL pra aquecer e sai para o tiro de 10 km. Comecei me sentindo meio pesado. Passei os primeiros 5 km com 19′ 33”. Já estava pensando que seria incapaz de correr abaixo dos 39′. Mas o ritmo foi aumentando na segunda metade. E com um impressionante sprint no último km, onde fiz 3′ 24”, fechei a seguna metade em 19′ 26” totalizando os 10 km em 38′ 59”! Glória a Deus!!!
É meu melhor tempo até agora. Até agora…

 

Seguem as parciais abaixo…

Rumo aos 35′!!!

Abraço

1 km sub 3′

Pela primeira vez consegui correr 1 km em menos de 3 minutos.
Hoje de manhã estava prevista uma série de 6 x 1 km (além de 2 km CL no início e 2 km CL no fim). Como eu já estava chateado por nunca ter corrido abaixo de 3 minutos, acordei disposto a resolver esse problema de uma vez por todas. Corri forte o primeiro tiro e pulverizei essa marca: 2′ 45”. Show!!! Mais um recorde pra conta!
Os tempos dos tiros foram 2′ 45”, 4′ 02”, 3′ 31”, 3′ 37”, 3′ 30” e 3′ 12”.
Bom… dá pra perceber o que aconteceu no segundo tiro, né?

Bora treinar! Rumo aos 35′!!!

Forte abraço

Voando nos treinos…

Depois do dia de ontem, achei que iria acordar morto. Foi o treino mais difícil do ano até agora.
De manhã: 3 km CL + 18 X 400 m + 3 km CL
De noite: 1 hora rodagem na esteira + 1 hora musculação
Fui dormir super tarde e acordei às 5 da manhã para fazer o treino run que estava programado para hoje: 12 km, sendo que 2 km CL + 10 km progressivos até chegar no ritmo de prova.
Como eu estava totalmente esgotado, eu já estaria muito conformado se eu fizesse algo em torno de 41 minutos. Mas me surpreendi… corri os últimos 10 km em 39′ 54”! Isso porque eu preguei muito nos últimos 4 km devido ao cansaço dos treinamentos (principalmente dessa última semana).
Vale lembrar que essa é a primeira vez que eu corro na casa dos 39 minutos desde o dia 25/09/2011, quando eu fiz meu melhor tempo (39′ 04”) nos 10 km Tia Jô, em Cubatão.
Finalmente começo a colher os frutos do bom trabalho de base que fiz no início do ano e do empenho nos treinamentos e na dieta. Se eu fiz 39′ nessas condições, creio que posso ter boas esperanças para quando competir descansado.

Rumo aos 35′!!!

Abraços

8 km – Novo recorde pessoal

Nenhum jogador de futebol gosta de concentração. Mas são forçados por seus técnicos para que possa entrar em sintonia fina, ajustar o que está errado e se preparar melhor para uma partida decisiva. Ficar 6 semanas sem competição é um martírio. A fissura por provas chega ao extremo. Mas esse é um período essencial para a melhora no desempenho. Afinal de contas, se apenas competirmos quando vamos treinar? Tenho que agradecer aos organizadores dos circuitos por isso, pois se dependesse da minha vontade eu jamais pararia tanto tempo para treinar.
Com esse buraco no calendário me propus a sentar a bota nos treinos e, para me manter motivado, encarar cada treino como uma competição. Para isso, dei uma apimentada na planilha. Junte-me à equipe (Superação) para treinar aos domingos. Com isso, estou conhecendo o que é um longão de verdade. Os treinos de sexta-feira, que costumavam ser rodagens leves, passou a ser treinos Run (ou treinos de ritmo). Resultado: nos longões, deixei de ser o último da fila que terminava capengando para ser um dos integrantes do pelotão de frente da equipe durante os treinos. Nos treinos Run, aumentei bem o ritmo e passei a ter um pace bem melhor. Vale a pena mencionar que quando que chego na sexta-feira de manhã eu já estou com o corpo destruído pois, além de já estar no final da semana de treinos, esse dia vem (lógico) logo após a quinta-feira que é o dia mais duro da semana e que eu volto tardão da academia para durmir por volta de 23:30 h e acordar no outro dia às 5:00 para treinar. Ou seja, marcar bons tempos nessas condições prediz excelentes desempenhos nas provas.
Hoje realizei um desses treinos Run. Foi a terceira semana consecutiva. Na primeira fiz 12 km com os últimos 10 km run em 41′ 38”. Na segunda fiz 10 km com os últimos 8 km run em 32′ 15”. Vi que dava pra melhorar e hoje repeti esse treino. Fiz 10 km com os últimos 8 km run em ótimos 31′ 45”. Média de 3′ 58” por km.
Essa é minha melhor marca pessoal nos 8 km. E eu fiz ela no treino, debaixo de chuva, sem parar depois de já ter corrido por 2 km e cansadaço depois de um dia de treinos duros na quinta-feira. Para as condições, foi um tempo fantástico.
Segue as parciais abaixo:

É isso ai, galera… os treinos continuam. Ainda faltam 3 semanas para a próxima competição.

Abraços! Rumo aos 35′!!!

1ª Etapa Circuito das Praias – Mongaguá

Você sabe qual é a sensação de correr no deserto? Não?! Então você com certeza não correu em Mongaguá no último domingo.
Estava um calor de quase 40 graus. Tinha um sol pra cada um. Um monte de gente passando mal e sendo levada na ambulância. Condições realmente desumanas.
Quando a buzina da largada soou, ninguém ouviu. Só meu amigo Márcio Farias. Se ele não tivesse saído correndo na frente de todo mundo acho que estaríamos lá até agora esperando para largar. Quando vimos ele lá na frente junto com o batedor um olhou para a cara do outro com uma enorme interrogação na cabeça e, alguns segundos depois, saímos todos no estouro da boiada.
Não sai muito forte. Isso estava me garantindo uma prova bem homogênea na primeira metade da prova. Passei o 1º km com 3′ 50”. Altíssimo! Mas passei o 2º também com 3′ 50” e repeti isso no 3º km. Passei o km 4 com 3′ 52” e o 5º com o mesmo tempo. Terminei a primeira metade da prova em 19′ 14”. Estava excelente. Estava em um ritmo bom e fácil. Tranquilo.
Mas o calor estava realmente infernal. Os quase 40º, após a metade da prova, traziam a impressão térmica de quase 50º.
Então comecei a passar mal a partir do km 6 e meu ritmo foi caindo. No km 8 eu já estava trotando. No 9 eu tive que parar para andar. Um absurdo! Fazia muito tempo que isso não acontecia. Mas se eu não fizesse isso iria desmaiar com certeza.
No final ainda consegui fazer um tempinho razoável. Fechei com um tempo líquido de 41′ 32” e 41′ 48” no bruto. Para as condições sub-humanas, até que não foi ruim. Isso significa que eu poderia ter feito uns 39′ se não fosse esse mal estar do final da prova. Inclusive um amigo do Márcio que correu atrás de mim a prova toda seguiu no mesmo ritmo até o fim e fechou com 39′. Isso dá boas esperanças para as próximas provas.

Essa prova encerrou um ciclo muito cansativo. Foram 7 semanas consecutivas de prova todo domingo. Estou exausto e com o corpo pedindo arrego. Agora terei 5 semanas de descanso. Das corridas, é claro. Vou tirar esse treino para descansar na primeira semana e descer a ripa nos treinos nas outras 4. Hora de se preparar, pois o ano começou pra valer com o início dos circuitos importantes na Baixada Santista.

Volto com notícias. Abraços!

Rumo aos 35′!!!

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Circuito Riviera – 2ª Etapa

Corri um percurso de 7 km em 28′ 09”. Até que não foi ruim. Cheguei em 7º lugar no geral.
Mas o mais legal foram os primeiros kilômetros. Liderei a prova durante longos 2,5 km. Foi show!
Eu sei que muita gente vai dizer que isso é uma idiotice, pois o que adianta liderar os primeiros kilômetros e chegar em sétimo lugar?! Ora, não sei se vou vencer uma corrida um dia. Mas sensação que eu sinto nesses momentos na frente são indescritíveis! Ser escoltado pelos batedores sem ninguém na frente é uma sensação fantástica. Mesmo que seja só por uns 10 minutos (o que já não é pouco), isso não tem preço. Talvez muita gente ache isso uma tolice. Dá a impressão que eu sacrifico o resto da minha corrida com esse ritmo inicial. Mas, pessoal, me dá um desconto, vai. Correr não pode ser só metas a cumprir ou ritmos pragmáticos. De vez em quando é bom tirar uma prova só para se divertir fazendo o que se gosta. E o que eu mais gosto é de estar na frente… hehe. Detalhe: esses momentos estão ficando cada vez mais longos. Foi a primeira vez que liderei por tanto tempo. Nunca tinha liderado por mais de 1 km. Ontem 1… hoje 2,5… amanhã 5… e assim vai. Ainda chego lá!

Rumo aos 35′!!!

Forte abraço

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